PLENITUDE

2 de maio de 2026

PLENITUDE

O menino sonhava

Meio acordado

Tornar-se um jardim

Lírio mais amado

Em sua plenitude bela

O menino cheirava

As flores caídas

Nelas não pisava

Ser um lírio cheiroso

Jardim de coisinhas

Ao tempo da plenitude

Amar negras florezinhas

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Sobre a Autora

R

Rosângela Trajano

Escritora e Educadora

Escritora potiguar, filósofa, educadora e ativista social. Unindo imaginação, poesia e filosofia para crianças.

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