PEZÃO
Era um menino
De nada nadinha
Seu nariz fino
Abria a mãozinha
Mas, tinha um pezão
Calçava um sapato
De número sessenta e quatro
Maior do que o do paizão
Quando o menino ia
O pezão estava na frente
Chegava primeiro
Na escola ou mercearia
PEZÃO
Era um menino
De nada nadinha
Seu nariz fino
Abria a mãozinha
Mas, tinha um pezão
Calçava um sapato
De número sessenta e quatro
Maior do que o do paizão
Quando o menino ia
O pezão estava na frente
Chegava primeiro
Na escola ou mercearia
Escritora e Educadora
Escritora potiguar, filósofa, educadora e ativista social. Unindo imaginação, poesia e filosofia para crianças.
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